Visualizações no mês

domingo, abril 20, 2014

Liminar cassada pela CBF traz conforto, diz advogado da Lusa

Desde o início, a Portuguesa queria que a CBF agisse para cassar a liminar concedida ao torcedor Renato de Britto Azevedo.
 
É o que afirma o advogado do clube, Daniel Neves, em entrevista ao Terra. Segundo ele, o fato de a entidade ter conseguido a revogação na noite de sábado junto ao Superior Tribunal de Justiça traz conforto para que o clube jogue as próximas rodadas da Série B. 
 
Os advogados da CBF alegam que a liminar concedida a Renato de Britto Azevedo desde o início não tinha eficácia jurídica, já que o STJ havia destacado apenas a 2ª Vara do Foro Regional da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, para tratar do caso.
 
Por conta da polêmica em Joinville na sexta-feira, a entidade resolveu pedir a cassação, prontamente aceita pelo mesmo STJ no sábado.
 
"O escritório contratado pela CBF tomou a postura correta, mas tardia. A revogação deveria ter sido feita antes do jogo", disse o advogado da Portuguesa, Daniel Neves. "Poderia ter sido pedida na quinta, na sexta, mas por alguma razão que desconheço não foi feito. Quando houve o jogo, a liminar estava em plena vigência", prosseguiu Daniel. 
 
"A atitude da CBF é contraditória. Ou a decisão tem ou não tem eficácia. Se não tinha antes do jogo, continuou não tendo depois. A Portuguesa informou à CBF na quinta pedindo a revogação, por que não fizeram antes?
 
É a demonstração cabal de que a CBF comeu bola por arrogância, por alguma coisa que não sei. Se diziam que a liminar não valia nada, continuava não valendo sábado", completou Daniel. "Claro que essa nova decisão traz conforto à Portuguesa", disse. 

3 comentários:

  1. Presidente e diretoria covardes! A submissão aos desmandos da CBF e rede Globo é simplesmente inadmissível !!! Mas, nós torcedores não esqueceremos tamanha vergonha!

    ResponderExcluir
  2. vocês vão retirar todos os comentários?

    ResponderExcluir
  3. Penso que a saída agora é entrar com um mandato de segurança em nome da cultura popular do futebol e também em nome do consumidor do futebol, pedindo a paralisação do campeonato Brasileiro 2014 das series A e B, alegando que por conta das variadas ações na justiça, (portuguesa, Icasa, Flamengo CAS, Ministerio Publico etc) a CBF não dá garantias de entregar o campeonato de forma que foi publicado e divulgado. As ações por si só caracterizam vícios no campeonato brasileiro 2013, que interfere diretamente no campeonato atual.
    Neste caso não há nenhum pedido de restituição de ponto, e também não configura conflito de competência, pois esse pede para todas ações e liminares concedidas sejam julgadas no mérito a fim de dar tranquilidade a sequencia do campeonato.

    ResponderExcluir