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quarta-feira, setembro 19, 2018

segunda-feira, agosto 06, 2018

LUSA 1 X 0 Nacional

Lusa começa bem na Copa Paulista.

Primeiro degrau para o titulo do campeonato.

Gol de Matheus Rodrigues, de bicicleta, aos 15 minutos do primeiro tempo.

O primeiro tempo da Lusa foi muito bom. Na etapa complementar o time ficou na defesa demonstrando um certo cansaço na reta fia do jogo.

A Lusa agora pego o time do Taboa da Serra fora de casa na quarta feira a tarde.

quinta-feira, julho 26, 2018


Nossos Parabéns a todos os envolvidos.
De Presidentes omissos, amadores e ditadores
aos conselheiros omissos e safados.

Que a Portuguesa, não sei com que forças, sobreviva a esse Cancer que tomou o clube e não quer larga-lo.

quarta-feira, julho 25, 2018



Domingo no Canindé 14h00.

Venha ver o Tri Paulista no embate mais dificil do ano

Liberado !!!


No inicio da tarde desta quarta-feira o Corpo de Bombeiros da capital divulgou laudo realizado apos a ultima vistoria realizada no estádio Canindé.

Através do mesmo ficam aceitas e aprovadas as adequações realizadas no estádio e assim sendo o local fica liberado para jogos oficiais até julho de 2019.

De fato uma excelente notícia.


terça-feira, julho 24, 2018

Já houve a vistoria do corpo de bombeiros no Canindé.....falta saber como será o laudo...somente ai se saberá se o estádio será liberado para a estreia na Copa Paulista (Serie E)...


Nos cinco anos sem Djalma Santos, uma lembrança da melhor Lusa de todos os tempos


*Por Guilherme Diniz
Grandes feitos: Bicampeã do Torneio Rio-São Paulo (1952 e 1955), Campeã da Taça San Isidro (1951), Campeã do Torneio Quadrangular de Salvador (1951) e Campeã do Torneio de Belo Horizonte (1951). É considerado o maior esquadrão já formado pela Associação Portuguesa de Desportos em todos os tempos.
Time base: Muca (Lindolfo / Cabeção); Nena e Noronha (Floriano); Djalma Santos, Brandãozinho e Ceci; Julinho Botelho, Renato (Ipojucan), Nininho (Aírton), Pinga (Edmur) e Simão (Ortega). Técnicos: Oswaldo Brandão (1951-1952), Jim Lopes (1952-1953), Aymoré Moreira (1953), Abel Picabea (1954) e Délio Neves (1954-1955).
“A melhor Lusa de todos os tempos”

Um lateral-direito simplesmente fenomenal. Um ponta técnico, habilidoso e velocíssimo. Uma linha de frente arisca, rápida e goleadora. Um meio de campo criativo. Uma zaga coesa. Técnicos competentes e vencedores. Viagens para a Europa. Vitórias e mais vitórias. Títulos. Imortalidade adquirida. Idolatria eterna da torcida e dos amantes do futebol. Tudo isso e mais um pouco foi o que a Portuguesa conseguiu na primeira metade da década de 1950. Sem medo de gigantes, muito bem organizada pelo mítico treinador Oswaldo Brandão e com craques do mais alto calibre como Djalma Santos, Noronha, Brandãozinho, Julinho e Pinga, a Lusa conseguiu feitos históricos que a transformaram em uma das maiores potências do futebol brasileiro na época. Até hoje, aquele time é considerado o maior já formado pela Portuguesa em todos os tempos e capaz de derrotar equipes como o Vasco de Bellini, Eli, Danilo e Ademir, o Fluminense de Telê Santana e Castilho, e equipes internacionais como Atlético de Madrid, Fenerbahçe, Galatasaray, Göteborg, Millonarios, Schalke 04 e muito mais. É hora de relembrar as façanhas de uma Lusa inesquecível.

Brandão faz a mágica


epois de conquistar o bicampeonato paulista em 1935 e 1936, a Portuguesa viveu um incômodo jejum de títulos nos anos 40 muito por causa da forte concorrência com Corinthians e São Paulo e pela falta de craques. Já no começo da década de 50, a equipe começou a mudar de ares com a chegada do técnico Oswaldo Brandão, que vinha de uma boa passagem pelo Palmeiras (campeão paulista de 1947). Em começo de carreira, mas já com seu “toque de Midas” para formar grandes equipes, revelar promessas e grupos vencedores, o técnico caiu nas graças dos jogadores por se mostrar sempre preocupado em ouvir seus atletas, além de dar importância às pequenas coisas e ao bem-estar de todos, embora fosse caladão e de pouco papo na maioria das vezes. Com isso, a Portuguesa passaria a ter já em 1951 um time de respeito, com jogadores jovens que formariam um dos melhores e mais talentosos times do futebol brasileiro.
A zaga era composta pelos mais experientes do grupo, Nena (ex-Internacional) e Noronha, ídolo do Grêmio dos anos 30 e do São Paulo da década de 40. No gol, Muca era o “arqueiro do treinador”, pois foi o próprio Oswaldo Brandão que o buscou em terras paranaenses. Do meio de campo para frente, a Portuguesa era o mais puro show com craques fabulosos, a começar pela cria da casa na direita, Djalma Santos, o mesmo que anos depois se consagraria como lenda. No meio, Brandãozinho seria o responsável por articular as jogadas e dar passes precisos para a linha de frente do time, além de ajudar na marcação. Ao lado dele, pela esquerda, Otacílio Henrique do Amparo, o Ceci, apoiava o ataque muito bem e dava suporte para a defesa. Na frente, pura virtuose, talento e velocidade com o ponta-direita Julinho Botelho, um craque maiúsculo que marcava gols, dava gols e abusava dos dribles e jogadas de efeito. Além dele, brilhavam o meia-direita Renato, desde 1945 na equipe; Nininho, centroavante de ofício do time; Pinga, meia-esquerda muito habilidoso e mais fazedor de gols que o próprio Nininho; e Simão, ponta-esquerda que levava muito perigo aos adversários com seus poderosos chutes em cobranças de falta e também de fora da área. Com algumas variações nos anos seguintes e a entrada de um ou outro jogador, esse foi o time da Portuguesa que começaria já em 1951 a escrever uma rica e inesquecível história.
A primeira Fita Azul


ra muito comum naquela época os times brasileiros excursionarem pelo mundo para ganhar dinheiro, experiência e fama, tão comum que o jornal A Gazeta Esportiva oferecia um troféu chamado “Fita Azul” para os times que conseguissem ficar invictos em dez partidas disputadas em solo estrangeiro. A Portuguesa foi em busca dessa honraria em abril de 1951, numa viagem por terras turcas, espanholas e suecas. E a viagem foi mais do que inesquecível. Os paulistas disputaram 12 jogos, venceram 11, empataram apenas um (contra o Valencia-ESP em 1 a 1) e conquistaram pela primeira vez a Fita Azul. Os destaques da excursão pelo Velho Continente foram as vitórias pra cima do Galatasaray-TUR (4 a 2 e 3 a 1), Fenerbahçe-TUR (3 a 1), Besiktas-TUR (4 a 1), Atlético de Madrid-ESP (4 a 3) e Göteborg-SUE (4 a 2). Vale destacar que o triunfo sobre o Atlético aconteceu em Madrid e valeu até troféu, a Taça San Isidro (homenagem ao padroeiro de Madri). A Lusa chegou a estar vencendo os espanhóis por 3 a 0, mas a arbitragem tratou de dar uma ajudinha para os donos da casa, que perderam “apenas” de 4 a 3. Um fato curioso dessa viagem foi a compra de dólares falsos, sem saber, pelo jogador Renato em Lisboa. O meia acabou emprestando algumas notas para Djalma Santos e Rubens, o trio foi comprar uns presentinhos em Roma e acabaram presos por falsificação. Depois de muita conversa, os jogadores foram liberados ao assinarem um documento afirmando que eles tinha adquirido as notas em outro lugar, não em Portugal.
O sucesso em solo europeu embalou a equipe brasileira na volta ao Brasil. Jogando bem, com um time entrosado e muito técnico, seria mais do que óbvio que aquele esquadrão poderia brigar de igual para igual com qualquer clube do país em busca de um título, seja lá qual fosse. E ainda naquele ano, a Lusa venceu mais duas taças: o Torneio Quadrangular de Salvador (disputado na recém-inaugurada Fonte Nova), com vitórias sobre o Ypiranga (6 a 1), Vitória (3 a 1) e empate com o Bahia (1 a 1) e o Torneio Quadrangular de Belo Horizonte, com triunfos da Lusa sobre o América-MG (4 a 1), Cruzeiro (4 a 3) e Atlético-MG (2 a 1).
Apesar do sucesso em solo estrangeiro e nessas pequenas competições, a Lusa não conseguiu conquistar o título do Campeonato Paulista, mas ainda sim fez uma boa campanha, ficando na terceira posição e derrotando equipes como São Paulo (4 a 1), Santos (2 a 0), Guarani (7 a 1) e até o campeão Corinthians por 7 a 3.
 Título histórico

Em 1952, a Portuguesa começou a temporada com foco total na disputa do Torneio Rio-SP, uma das competições mais importantes do país na época. A equipe estreou com o pé esquerdo (derrota por 4 a 2 para o Fluminense), mas depois embalou e foi com tudo rumo ao título inédito. Os comandados do técnico Jim Lopes venceram Palmeiras (3 a 2), Flamengo (2 a 0), Santos (5 a 1), Corinthians (3 a 2), Bangu (5 a 1), Botafogo (2 a 1) e empataram com o Vasco em 1 a 1. A única derrota nessa sequencia foi para o São Paulo por 3 a 2. Como a Lusa terminou empatada em pontos com o Vasco, foram realizadas duas partidas de desempate para definir o campeão. Na primeira, no Pacaembu, a Portuguesa goleou os cariocas por 4 a 2, com dois gols de Nininho, um de Pinga e outro de Julinho. No segundo jogo, no Rio, empate em 2 a 2 que garantiu o título para a Lusa. Era a coroação de uma equipe talentosa e que era o mais puro primor em campo, com a genialidade de Djalma Santos, Julinho, Brandãozinho e Cia. Mesmo sem Oswaldo Brandão, a Portuguesa mostrou que a troca de técnico não abalou a estrutura competitiva do time, que mantinha sua habitual força ofensiva. Favorita ao título Paulista, a equipe tropeçou demais no decorrer da campanha e acabou outra vez na terceira posição, atrás de Corinthians (campeão) e São Paulo (vice).
Novas “Fitas” e matéria prima para a Seleção
Entre 1953 e 1954 a Portuguesa não conseguiu repetir o título do Rio-SP de 1952 e as boas campanhas no Campeonato Paulista, mas voltou a brilhar em solo estrangeiro. Em 1953, o time viajou pelo Peru, Colômbia e Equador e conseguiu sete vitórias e três empates em dez jogos, desempenho que rendeu mais uma Fita Azul à equipe. Os destaques foram as vitórias sobre o Alianza Lima-PER (4 a 0 e 3 a 0), Independiente Santa Fé-COL (4 a 2), Millonarios-COL (2 a 1) e Barcelona-EQU (2 a 0). Em 1954, a viagem foi outra vez para a Europa e teve como destinos Inglaterra, França, Alemanha, Turquia e Bélgica. O time brasileiro voltou a fazer bonito e faturou sua terceira Fita Azul com 14 vitórias, cinco empates e apenas uma derrota (por 7 a 1 para o Arsenal-ING) em 20 jogos. Os destaques foram os triunfos sobre o Watford-ING (5 a 2), Stade de Reims-FRA (3 a 1), o combinado Borussia Mönchengladbach/Rheydter-ALE (4 a 1), Fortuna Düsseldorf-ALE (2 a 1) e Schalke 04 (2 a 1).
A força da equipe no estrangeiro, bem como o brilho de seus jogadores, foi crucial para que o técnico da seleção brasileira, Zezé Moreira, convocasse três jogadores da Portuguesa para a disputa da Copa do Mundo de 1954, na Suíça (além do folclórico massagista Mário Américo): o lateral Djalma Santos, o meio-campista Brandãozinho e o atacante Julinho. Pinga, que fora da Lusa, mas estava no Vasco, e o goleiro Cabeção, que iria para a Portuguesa em 1955, mas estava no Corinthians à época, também foram chamados para o Mundial. Infelizmente, o Brasil caiu diante da Hungria de Puskás nas quartas de final por 4 a 2.
Bicampeões

Em 1955, a Portuguesa protagonizou os últimos lampejos de seu esquadrão na disputa do Torneio Rio-SP. Outra vez a equipe começou com derrota (3 a 1 para o Botafogo), mas aquilo era bom presságio, pois remetia ao ano de 1952. No jogo seguinte, duelo eletrizante contra o Corinthians e empate pirotécnico em 5 a 5. Na sequência, vitórias sobre América-RJ (4 a 2), São Paulo (2 a 0), Palmeiras (5 a 2), Santos (5 a 1) e Fluminense (3 a 1), além de dois empates contra Flamengo (1 a 1) e Vasco (0 a 0). Igualada em pontos com o Palmeiras, a Lusa disputou dois jogos extras contra o alviverde. No primeiro jogo, muito equilíbrio e 2 a 2 no placar. Na partida decisiva, prevaleceu a força do conjunto da Portuguesa, que marcou com Julinho e Ipojucan e venceu por 2 a 0, conquistando o bicampeonato do Torneio Rio-SP. A festa da torcida lusitana foi enorme em São Paulo, ainda mais pelo fato de o título ter sido conquistado sobre um rival estadual. No Paulistão, outra vez a equipe fez uma campanha irregular e sem a força ofensiva de antes, mas teve ainda um lampejo de brilho com uma goleada marcante sobre o Santos, ainda sem Pelé, por 8 a 0. No entanto, seria a partir daquele ano que o esquadrão que tanto brilhou pelo Brasil e pelo mundo vestindo verde e vermelho começaria a esmaecer.
Saudades de uma Portuguesa imortal
Ainda em 1955, a Portuguesa perdeu um de seus maiores expoentes no ataque: Julinho, para a Fiorentina-ITA. O time não conseguiu mais conquistar títulos naquela década. A equipe ainda disputou a final do Torneio Rio-SP de 1956, mas perdeu para o Fluminense de Altair, Telê Santana, Waldo e Escurinho. Nos anos 60, ostracismo, com brilho posterior na década de 70 graças ao título do Campeonato Paulista de 1973 sob a batuta do craque Enéas. Depois disso, uma nova Lusa de talento apareceu em 1996, quando por muito pouco não venceu o Campeonato Brasileiro, que acabou ficando com o Grêmio de Felipão. Desde então, a torcida espera por uma nova safra de jogadores que possa resgatar a tradição e a força que a Portuguesa começou a construir lá nos anos 50 com um time até hoje lembrado pelos amantes do futebol como um dos mais exuberantes, ofensivos e técnicos do futebol brasileiro. Uma Portuguesa imortal.
 Os personagens:
Muca: goleiro muito seguro e símbolo de uma era de ouro da Lusa. Jogou na equipe de 1950 até 1953 e foi muito importante nas conquistas de 1951 e do Torneio Rio-SP de 1952.
Lindolfo: tinha força e grande senso de colocação. Vestiu a camisa da Lusa de 1952 até 1956. Foi titular da equipe na viagem pela Europa em 1954, que rendeu a terceira Fita Azul da Portuguesa na história. Só não foi titular na campanha do título do Rio-SP de 1955 por causa da contratação de Cabeção.
Cabeção: Luís Morais, o Cabeção, foi um dos maiores goleiros do futebol brasileiro nos anos 50 e 60 e só não teve mais destaque na seleção brasileira por ter tido o azar de disputar posição com Gilmar dos Santos Neves (este também no Corinthians) e Castilho. Brilhou no Corinthians antes de ir para a Lusa em 1955. Foi o goleiro titular na conquista do Rio-SP daquele ano.
Nena: depois de ser um dos destaques do Rolo Compressor do Internacional dos anos 40, o zagueiro Nena foi para a Portuguesa em 1951 para se tornar um dos maiores defensores da história da Lusa. Técnico, dono da grande área, ótimo nas jogadas aéreas e impecável no posicionamento, Nena formou uma dupla maravilhosa com Noronha naquele começo de anos 50.
Noronha: jogando pela esquerda, formou ao lado de Ruy e Bauer a famosa linha média do São Paulo nos anos 40. Em 1951, já consagrado, foi ser zagueiro na Portuguesa e seguiu impecável na marcação, eficiência e vitalidade.
Floriano: com a saída de Noronha, virou titular da zaga da Portuguesa e ajudou a equipe na conquista do Rio-SP de 1955. Não tinha a mesma vitalidade que seu antecessor, mas cumpriu seu papel.
Djalma Santos: técnica primorosa, físico privilegiado, visão de jogo estupenda, habilidade nos dribles e em roubar bolas… Em linhas gerais, um jogador perfeito e nascido para jogar na lateral-direita de qualquer equipe do mundo, seja na melhor Portuguesa de todos os tempos, na Academia do Palmeiras dos anos 60 e na seleção brasileira bicampeã mundial em 1958 e 1962. Djalma Santos foi e é até hoje uma lenda do esporte por sua qualidade em campo e fora dele e por ser um exemplo para qualquer futebolista que deseje ser lateral-direito no futebol. O craque começou na Lusa a encantar a todos com seu talento fora do comum e muito, mas muito acima da média. Não é à toa que depois que deixou a Lusa, em 1959, a equipe só foi voltar a brilhar mais de uma década depois. Um craque imortal que vestiu a camisa da Portuguesa em 453 jogos. Leia mais sobre ele clicando aqui.
Brandãozinho: impecável na articulação de jogadas e também na marcação, Brandãozinho foi o grande maestro da Portuguesa entre 1949 e 1955, exatamente o período de ouro da equipe no futebol brasileiro. Foi convocado diversas vezes para a seleção brasileira e teve de encerrar a carreira precocemente por causa de uma cirurgia malsucedida. Um ídolo eterno da Lusa.
Ceci: jogava como lateral-esquerdo e fechava a linha média da grande Portuguesa do começo dos anos 50, ao lado de Brandãozinho e Djalma Santos. Foi essencial para as pontes entre a defesa e ataque e o consequente sucesso da equipe no período. Jogou na Lusa de 1951 até 1956, quando encerrou a carreira.
Julinho Botelho: foi um dos maiores pontas da história do futebol brasileiro e só não foi o maior pelo simples fato de por aqui ter nascido um tal de Garrincha. Veloz, driblador nato, extremamente técnico e dono de um chute potente e preciso, Julinho encantava plateias por onde passava com um futebol à frente de seu tempo e digno da magia futebolística que aflorava no Brasil naquela década de 50. O craque jogou tanto que despertou a atenção da Fiorentina-ITA, que o levou para a Itália em 1955. Julinho conduziu a equipe de Florença ao título italiano de 1956 e disputou a Copa de 1954. Não foi para o mundial da Suécia por não achar justo ir no lugar de algum jogador que atuasse no Brasil. Um craque imortal. Leia mais sobre ele clicando aqui.
Renato: ótimo meia e ponta-direita que compôs o fabuloso ataque da Portuguesa naqueles anos de ouro. Jogou uma década inteira na Lusa, teve atuações de gala e marcou seu nome na história do clube com faro de gol, dribles e muita técnica.
Ipojucan: já era um craque consagrado pelos tempos de Vasco quando chegou à Lusa em 1955 para ser campeão do Torneio Rio-SP. Alto (tinha 1,90m), mas muito habilidoso, Ipojucan caiu como uma luva no esquema ofensivo da Lusa e contribuiu para o sucesso do time naquele ano. Encerrou a carreira na equipe paulista em 1958.
Nininho: foi o centroavante da Portuguesa entre 1945 e 1954 e marcou 132 gols pelo clube, se consagrando como o terceiro maior artilheiro da história da Lusa. Participou da campanha do título da Copa América de 1949 pela seleção brasileira.
Aírton: foi campeão do Torneio Rio-SP de 1955 pela Lusa e assumiu a condição de centroavante do time naquele ano. Não teve o destaque de Nininho, mas fez sua parte.
Pinga: é simplesmente um mito na Portuguesa. Motivo? É o maior artilheiro da história do clube com 284 gols marcados entre os anos de 1944 e 1953. Só não fazia chover pelo lado esquerdo do ataque do time e formou uma linha de frente maravilhosa naquele começo de anos 50. Foi convocado para a seleção brasileira 19 vezes e encerrou a carreira no Juventus, de São Paulo, em 1964.
Edmur: compôs o ataque da Lusa na campanha do título do Rio-SP de 1955, quando foi artilheiro com 11 gols marcados. Jogou na equipe de 1953 até 1957 e teve passagens pelo futebol português, espanhol e venezuelano.
Simão: chegou na Portuguesa em 1946 para se consagrar na ponta-esquerda do ataque do time no começo dos anos 50. Era muito veloz, driblador e decisivo, seja com gols (a maioria de chutes fortes de fora da área ou de falta), seja com assistências milimétricas.
Ortega: quando Simão deixou a Lusa em 1953, Ortega foi para a ponta-esquerda do time para ser campeão do Torneio Rio-SP de 1955. Fez boas partidas e conseguiu um lugar entre os grandes do clube no período.
Oswaldo Brandão, Jim Lopes, Aymoré Moreira, Abel Picabea e Délio Neves (técnicos): de todos os treinadores que passaram pela Lusa naquele começo de anos 50, Oswaldo Brandão foi o principal responsável pelo brilho do time e por ter montado a base de ouro daquela Portuguesa supercampeã. Jim Lopes conquistou o Torneio Rio-SP de 1952 e manteve o bom relacionamento com os jogadores por ser muito atento às opiniões de seus atletas, como Brandão. Aymoré Moreira conduziu a Lusa em 1953, na conquista da Fita Azul, e quase uma década depois foi campeão mundial com a seleção na Copa de 1962. Picabea e Neves foram os últimos técnicos da era de ouro do time e conquistaram a Fita Azul de 1954 e o Rio-SP de 1955, respectivamente. Todos estão no rol de grandes na história do clube.
*Sobre o autor
Guilherme Diniz é jornalista desde 2009 e decidiu criar o Imortais do Futebol em 2012, ao perceber que não existia em nenhum lugar informações detalhadas sobre times, seleções e craques sem ser em revistas esporádicas (e incompletas), textos dispersos na wikipedia ou em sites diversos. Com isso, ele criou o blog e foi alimentando-o dia após dia até transformar um hobby em um árduo trabalho que chegou a mais de 370 textos em apenas dois anos. Desde então, são mais de 400 textos que já viraram fonte de pesquisas, artigos e até temas de palestras de técnicos e professores. Além disso, o Imortais já cedeu alguns de seus textos para a ONG Worldreader e auxiliou vários verbetes da Wikipedia como fonte. O Imortais também possui perfis no Facebookno Instagram e no Twitter.

Fonte: SITE TRIVELA
http://trivela.uol.com.br/nos-cinco-anos-sem-djalma-santos-uma-lembranca-da-melhor-lusa-de-todos-os-tempos/# 

VOLTAMOS !!!!!

O Amor pela LUSA nunca acaba.
O Amor pela LUSA é eterno.......
Assim como a LUSA...................

Vamos em frente LUSA...............
os Homens passam a LUSA fica !!

terça-feira, maio 01, 2018

LUSA SEM DIVISÃO

Lusa sem divisão
Lusa sem disputar um campeonato brasileiro
Lusa sem diretoria
Lusa sem rumo
Lusa sem pessoas capazes em seu comando
Lusa repleta de amadores

Que Deus coloque algum Messias, alguém COMPETENTE e PROFISSIONAL no caminho da nossa amada Portuguesa.

A Lusa volta a jogar oficialmente em Agosto, na sofrível Copa Paulista.

Que até lá a LUSA sobreviva !

segunda-feira, fevereiro 12, 2018

terça-feira, fevereiro 06, 2018

Guilherme Alves deixa o cargo de técnico da Lusa

Após conversas realizadas com a Diretoria de Futebol Profissional e o Presidente Alexandre Barros durante a tarde desta terça-feira (06), Guilherme Alves entregou o cargo de técnico da Portuguesa.
Guilherme realizou sua última partida na derrota por 3 a 0 diante do Oeste, pelo Paulista da Série A-2.

É o começo da chegada na série A-3.

Lamentável e Decepcionante

domingo, janeiro 28, 2018

Para bom entendedor...........


Lusa apenas fica no empate diante do XV de Piracicaba

A Lusa bem que tentou, mas acabou empatando contra o  XV de Piracicaba em 1×1 neste sábado (27), no estádio do Canindé, em São Paulo, pela quarta rodada da Série A2 do Campeonato Paulista.

O JOGO

O primeiro tempo começou com a Portuguesa mantendo boa posse de bola. Fechado, o Nhô-Quim tentava se armar no contra-ataque, mas também não chegava a assustar a meta de João Lopes. A Lusa aproveitava os espaços que a equipe interiorana dava, e pressionava também em seus contra-ataques até que aos 42 min, Pereira conduziu a bola pela intermediária e sofreu falta de Guly, mas o árbitro Rafael Felix da Silva deu vantagem; na sequência, Samuel Pires rebateu o chute de William Batoré e a bola sobrou limpa para Raul completar: 1×0 Lusa.

Na volta do intervalo, o XV voltou mais ligado na partida, e logo aos 7 min, Maikon Aquino aproveitou o bate-rebate na pequena área para bater firma para uma boa defesa do goleiro da rubro-verde. Logo em seguida, aos 12 min, Luciano Sorriso escorregou e Fabinho aproveitou para enfiar a bola para Everton fuzilar de canhota a meta rubro-verde igualar o marcador no Canindé.

Sentindo o baque do gol de empate, a Lusa recuou e assistia o adversário chegar com perigo. Pelo menos mais três chances de gol, o Nhô-Quim teve, a primeira aos 15min, após Maikon Aquino ficar cara a cara com João Lopes e chutar a queima roupa. Em seguida, aos 22 minutos, Pedrinho isolou rebote de Maikon Aquino e aos 26 min, Léo Carvalho colocou a bola na cabeça de Everton, que tirou tina do travessão. Nos minutos finais, a Lusa chegou com perigo: em cobrança de falta de Carlinhos, o goleiro do Nhô-Quim Samuel Pires buscou a bola no ângulo e garantiu o placar final da partida.
O próximo desafio da Rubro-Verde será nesta terça-feira (30), às 20h, contra o Oeste, no estádio do Canindé.



FICHA TÉCNICA:
PORTUGUESA 1 x 1 XV DE PIRACICABA
FASE: PRIMEIRA FASE (4ª RODADA)
DATA: 27/01/2018  16H Local: Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte – Canindé
Árbitro: Rafael Felix da Silva
Assistentes: Bruno Salgado Rizo e Risser Jarussi Corrêa
Gols
Portuguesa: Raul 43′ 1T
XV de Piracicaba: Everton 14′ 2T
PORTUGUESA
João Lopes; Carlinhos, Fabão, Leó Coelho e Franklin; Jonatas Paulista, Luciano Sorriso, Pereira (Lucas Bahia) e Cesar (Fernandinho); Raul e William Batoré (Matheus). Técnico: Guilherme Alves
XV DE PIRACICABA
Samuel Pires; Oziel, Vinicius Simon, Jean Pablo e Pedrinho; Guly (Bruno Formigoni), Fraga e Rafael Rosa (Léo Carvalho); Fabinho (Rafael Gomes), Maikon Aquino e Everton. Técnico: Evaristo Piza

Fonte: Site Lusa Oficial

sábado, janeiro 06, 2018

Em jogo que marcou a volta de Zé Roberto, Lusa vence a xará Londrinense


Era uma noite daquelas que não se via há um bom tempo no Canindé. O público, ainda arredio com a Portuguesa, chegava aos poucos no Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte para acompanhar a primeira exibição pública do plantel de 2018 da Lusa. Mas havia ali um personagem especial: Zé Roberto, que voltava a vestir a camisa da cruz de avis, após 21 anos de sua despedida do Canindé.

Na estreia da Lusa na Copa Rubro-Verde, a Portuguesa passou sem maiores dificuldades diante da Portuguesa Londrinense, em um jogo que em praticamente nos dois tempos a Rubro-Verde dominou o tempo de bola. No primeiro grande momento de perigo para a equipe londrinense, Carlinhos aos 24 minutos do primeiro tempo cruzou para Gian que abriu o marcador no Canindé: Lusa 1 a 0.  Até o final da primeira etapa, a Lusa

A segunda etapa foi marcada por  várias substituições na equipe, afinal o torneio que marca a preparação da Lusa para a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista está servindo para o técnico Guilherme Alves testar as peças que tem no elenco.  Cara nova da equipe, Raul, aproveitou passe dado de Paulo Fernando para finalizar a contagem no Canindé.

A vitória por 2 a 0, alçou a Portuguesa para a decisão da Copa Rubro-Verde, que acontecerá neste domingo (7). O adversário será a Portuguesa Carioca, que venceu a Portuguesa Santista nos pênaltis, por 5 a 3, após empate em 2 a 2 no tempo regulamentar. Já a Briosa e a Londrinense voltam em campo no domingo para a disputa do terceiro lugar.

Fonte: Site Oficial da Lusa

sábado, dezembro 09, 2017

04 anos de vergonha e Omissão


08.12.13 ocorreu o "erro" do caso Heverton.

08.12.17 - 04 anos depois, os Jênios dos "poderes" do clube, cof , assembleia, vitalícios, Presidentes e Ex-Presidentes não "descobriram" o que aconteceu no "erro" do caso Heverton.

Estão de Brincadeira com a instituição Portuguesa de Desportos e sua sofrida torcida.

Bando de Omissos....(é o que dá para publicar).

A imagem e os dizeres da mesma dizem tudo. Para bom entender basta.

Vergonha e Nojo dessa sub-raça que se apoderou da nossa amada Lusa !!

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Gian ex-Botafogo-SP novo reforço da Lusa


A Portuguesa acertou nesta quarta-feira mais um reforço para a temporada 2018. Trata-se  do meio-campista Gian, de 24 anos, que assinou com o clube até o término da próxima temporada.

Vindo do Botafogo-SP e com passagem pelo futebol europeu, a nova aquisição Rubro-Verde chega para ser o quinto reforço para o elenco do técnico Guilherme Alves.

O jogador se apresenta nesta quinta-feira (07) e demonstrou a sua felicidade ao fechar com o time do Canindé. 

“Estou muito feliz em ter fechado com a Lusa, um clube com uma história tão grande no futebol brasileiro. Fazer parte dessa retomada, vai ser uma experiência muito boa. Tive propostas de outros clubes, mas por ser a Lusa, e ter a oportunidade de jogar num clube grande como esse, me impulsionou em aceitar”, declarou.

Vivência no futebol

“Eu sou de Ribeirão Preto, sou da base do Olé Brasil, onde tive o meu primeiro contrato profissional. Fui muito cedo para fora do país, com 17 anos. Fui para o FC Dordoi (Quirguistão), depois fui para Ucrânia no FC Sumy, voltei para Brasil na Caldense-MG, depois Rio Branco-SP onde joguei uma série A2. E por último no Botafogo – SP”, disse o atleta.

Além de Gian, para os próximos torneios foram contratados os laterais Cesinha e Carlinhos, o volante Felipe Manoel e o zagueiro Igor João.

Ficha Técnica
Nome:  Giancarlo Israel Previato
Data de nascimento:  04/05/1993
Posição: Meia
Altura: 176 cm
Peso: 75 kg
Clubes por onde atuou: Olé Brasil, FC Dordoi (Quirguistão), FC Sumy (Ucrânia), Caldense-MG e Botafogo-SP

Igor João ex-Remo novo reforço da Lusa


Um dos reforços apresentado pela Lusa para a Série A-2, Igor João chega ao Canindé com status de ídolo na equipe do Remo ao conquistar o acesso para a Série C e levantar a Taça do Campeonato Paraense por dois anos seguidos, em 2014 e 2015.

Com 24 anos, Igor João não só será o cão de guarda Rubro-Verde, como também, demonstrou intimidade em balançar as redes dos rivais. Foram cinco gols marcados em 22 partidas realizadas ao longo da última temporada.

Feliz, o jogador comentou sobre a satisfação de defender as cores da Portuguesa pela primeira vez em sua carreira.

“A sensação é a melhor possível e estou animado. Fechei com a Portuguesa por ser um clube de muita tradição e não vejo a hora de começar o campeonato para jogar no Canindé, ao lado do nosso torcedor”.

O primeiro duelo oficial da Lusa no Campeonato Paulista da Série A2 está marcado para o dia 17 de janeiro, contra o Batatais, no Estádio do Canindé.

Fonte; Site Lusa Oficial

segunda-feira, novembro 27, 2017

Coletiva: Apresentação Novo Técnico da Lusa: Guilherme Alves

Acompanhe aqui o vídeo do canal do Youtube Sports Show: Seja Bem-Vindo Guilherme




sexta-feira, novembro 24, 2017

Copa Denner

Primeiro jogo da Lusa em 2018:

Lusa x Portuguesa Londrinense pela Copa Denner....


quinta-feira, novembro 23, 2017

Guilherme Alves é o novo técnico da Lusa


A Associação Portuguesa de Desportos acaba de fechar o nome de seu novo treinador para a temporada 2018. Trata-se de Guilherme Alves, ex-atacante de Corinthians e Atlético-MG, que assume o comando da equipe rubro-verde pela primeira vez em sua carreira. O acerto entre Clube e treinador foi concretizado na noite desta quarta-feira (22).

O novo técnico da Lusa, de 43 anos, chega com bagagem ao Canindé. Com uma carreira brilhante como atacante, teve passagens memoráveis em equipes como o Atlético-MG entre 1999 e 2002 e São Paulo, Grêmio, Vasco, Corinthians, Cruzeiro e Botafogo.

Como técnico, iniciou a carreira como auxiliar técnico de Vanderlei Luxemburgo no Atlético-MG, após uma breve passagem também como auxiliar no Marília em 2007, após se aposentar a carreira de jogador, onde foi responsável pela montagem da equipe que conquistou o acesso à Série A2 do Campeonato Paulista.

Em seu currículo como treinador Guilherme passou por Novorizontino entre 2013 e 2016, onde conquistou um título da série A3, e um vice-campeonato da série A2, que deu acesso ao Paulistão a equipe do interior. Nos três anos que dirigiu o Novorizontino, Guilherme Alves dirigiu a equipe interiorana em 59 jogos.

Foram 28 vitórias, 19 empates e apenas 12 derrotas, com aproveitamento de 58,19%. Nas três competições em que participou, Série A1, A2 e A3, o ponto forte da equipe de Novo Horizonte sempre foi o ataque, que alcançou a marca de 105 gols.

Após passagem pelo Novorizontino, Guilherme passou por Vila Nova (2016) e Linense em 2017.

O Clube deseja boa sorte ao seu novo treinador e que junto ao elenco construam uma caminhada de sucesso até o final da temporada.

Ficha
Nome: Guilherme de Cássio Alves
Nascimento:05/08/1974
Naturalidade: Marília
Últimos Clubes: Linense, Vila Nova-GO , Novorizontino, Marília e Ipatinga

quarta-feira, novembro 22, 2017

Copa SP Junior 2018 - Grupo 32 - Sede Canindé

Times: Lusa, Remo-PA, América-MG e Teixeira de Freitas-BA.

Sede: Canindé


terça-feira, novembro 21, 2017

Lusa Anuncia Copa Denner para Janeiro/18


Com o objetivo de "fortalecer" a marca Portuguesa, a diretoria da Lusa anunciou que em Janeiro próximo haverá a realização da Copa Denner, com a presença das 04 mais "famosas" Portuguesas do Brasil.

Todos os jogos serão realizados no Canindé, em esquema eliminatório.

Os dois primeiros jogos (ainda sem data definida) serão:

Portuguesa de Desportos x Portuguesa Londrinense
Portuguesa Carioca x Portuguesa Santista

Os vencedores avançam para a final.

Segundo o presidente Alexandre Barros os jogos ainda servirão como preparação para a Lusa na serie A-2 do Campeonato Paulista.

PC Gusmão não é mais o técnico da Lusa

Conforme o site oficial da Lusa:

Após tratativas e conversas realizadas junto com a Diretoria de Futebol Profissional e o Presidente Alexandre Barros durante a tarde desta segunda-feira (20), PC Gusmão entregou o cargo de técnico da Rubro-Verde.

Alegando problemas de ordem familiar, PC realizou sua última partida na vitória de 1 a 0 diante da Ferroviária, nas semifinais da Copa Paulista.

O Clube agradece ao profissional por todos os serviços prestados e deseja boa sorte em sua carreira.

A Portuguesa nos próximos dias anunciará a sua nova comissão técnica para as competições de 2018.


segunda-feira, novembro 13, 2017

Voltaremos !!!!

Uma hora todas as ratazanas imundas do Canindé irão prestar contas de seus atos nefastos e criminosos, não irão escapar disso !!!

A Justiça dos homens é falha, porém eles não escaparão da justiça divina
A Lusa é eterna, A Lusa é forte como aço; um dia nos livraremos dessa raça maldita que se apoderou do nosso amado clube.

#voltaremos

domingo, novembro 12, 2017

Ferroviaria 0x1 LUSA - Vitória Ineficaz

Com gol de Guilherme Queiroz no segundo tempo do jogo, Lusa ganha partida em Araraquara, porem é eliminada da Copa Paulista por ter perdido de 2x0 em casa no primeiro jogo da semifinais,

VERGONHA
VERGONHA
VERGONHA

Pela primeira vez na história quase centenária da LUSA não iremos disputar um campeonato brasileiro.

Culpa da diretoria amadora e incompetente da Lusa, que montou um péssimo time com jogadores sem alma e sem brio.

segunda-feira, novembro 06, 2017

Homenagem para a Nossa Lusa !!

Apesar do nosso péssimo momento vejam que matéria legal que o pessoal da Universidade do Esporte de Natal/RN fez sobre a Lusa.

Realmente a Lusa é gigante:

https://www.facebook.com/UDE.FMU/videos/528146500896668/